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CASO RADASHA: Pastor dá sua versão e fala em “capricho” da DJ; entenda

José Paulo afirmou que não se sentiu intimidado

Atualizado há

Com exclusividade ao LPM News, o pastor José Paulo Ribeiro deu sua versão sobre o envolvimento de seu nome no caso da menina Radasha. Leia na íntegra a entrevista.

Nota da redação: a reportagem do LPM News procurou a DJ para comentar as declarações envolvendo seu nome. Ela chegou a responder a mensagem da redação afirmando que iria retornar, mas, até agora, o contato não prosseguiu. O LPM News está de portas abertas para ouvi-la.

LPM News: O que aconteceu após o enterro da criança?

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José Paulo: Começaram todas essas controvérsias nas redes sociais, que estão expostas com as postagens da “DJ”. As redes sociais foram inundadas com essas matérias insinuosas, se vitimizando com propósito de causar comoção. Palavras, por exemplo, “monstruosidades”, “triste, muito triste”, tinham como único objetivo despertar comoção e indignação, restando entendimento que houve crueldade e ilícito. As palavras absurdas e virulentas, ditas de forma vil alcançaram dezenas e até centenas de grupos com outros milhares de engajamentos da qual explicar aqui seria redundância.

LPM News: O que precisa ser esclarecido acerca de toda essa situação?

JP: Esclarecer a verdade! Esclarecer que não sou corretor de funerária. Não recebo comissão por ajudar sepultar corpos de pessoas. Faço isso por solicitação de quem necessita, por solidariedade e, sobretudo, para pessoas que tem dificuldade em resolver tais situações. Esclareço que não estive envolvido em coleta de dinheiro para o funeral. Esclareço que conheci a senhora Georgete dia 14 de fevereiro de 2023, por ocasião de uma visita que a fiz por sugestão de pessoas públicas neste país. Após essa visita fui uma vez levar alimento, e, por último, pela ocasião do funeral da garota Radasha. Dia 2 de março, às 12h30 aproximadamente, por solicitação da senhora Georgete, fui ao Hospital Acadêmico, em busca de informações do corpo da garota Radasha, voltei e informei o valor da dispensa hospitalar, SRD 2.260. Então, a senhora Georgete e demais adultos daquela família, diante outras testemunhas, me autorizou a declarar pertencimento ao corpo. Assim que paguei as despesas hospitalar, ato contínuo, assinei e indiquei a funerária pois, que viesse resgatar o corpo no necrotério do Hospital Acadêmico e levar ao seu próprio mortuário.

Toda despesas do necrotério seria incluso no valor total do sepultamento, em qualquer um dos pacotes oferecidos. Aqui se explica a minha resistência em autorizar transferência do corpo a outra funerária no dia 3 de março mesmo sob chantagens e intimidações; neste país que estamos, na sua constituição diz: “Ninguém será obrigado a fazer nada contra sua vontade, exceto por força da lei”, e eu não estava cometendo nenhum delito, qual seria minha falta? Não cumprir capricho, conveniência ou imposição de preferência da  concorrência funerária? Repito, só o fiz porque as duas senhoras sofreram mal-estar, (fui levar ao hospital) por causa da “ligação de horror” que recebemos às 12h32, dia 3 de março 2023. Aliás, essa lição será quebrada o sigilo telefônica para que possa ser exposto a íntegra da ligação.

Tem algo que não posso esclarecer, com exatidão absoluta, por não ser Uniciente, o que motivou esse estardalhaço todo por parte da “DJ”? A mim, simples mortal, me parece que foi por autopromoção e para cumprir seus “caprichos”. A exposição da minha foto e também da Sra. Andreia, e também como tentava me desqualificar, negando inclusive à Ordem Pastoral a mim concedida, deu a tônica do ódio. Os áudios, vídeos e Print…, foram feitos apenas como “cortina de fumaça” para distração da opinião pública, para o funeral indigno que foi dado à garota Radasha; sepultando a em um “beco-passarela” do cemitério. Com pretexto de economizar, e criar insinuações contra eu e Sra. Andreia.

LPM News: O senhor se sentiu intimidado com as acusações que recebeu? Por quê?

JP: Intimidado não! Indignado sim! Considero muita covardia, ser promovido a “vilão” e alvo de infâmias – injúrias – calúnias e difamações, por alguém que estava acompanhando cada passo e dialogando constantemente com as partes, (Andréia e Eu) sabendo todas as tratativas. Tem um áudio que eu enviei a “DJ” esclarecendo os três preços diferentes, em diferentes cemitérios, às 11h07 do dia 3 de março, quarenta minutos antes de eu chegar na casa da senhora Georgete, onde a encontraria para irmos juntos até a empresa funerária para efetuar o pagamento, Andréia, “DJ” e eu. Ela foi lá, só para criar álibi sugerindo não ter pago por ter percebido que havia superfaturamento entre eu e a funcionária. Então, ela mudou de funerária, foi para onde ela certamente já estava pré-definida, por puro capricho. Depois criou toda essa situação só para causar constrangimentos.

Por que não Sinto-me intimidado? Tenho transparência no que faço! Considero que: “O mais baixo degrau da escravidão do homem é ser prisioneiro da opinião dos outros”!

LPM News: De que forma o senhor pretende agir daqui em diante?

JP: Continuarei praticando ações religiosas – sociais – humanitárias – solidárias – fraternas, e sobretudo, cumprindo à vocação pela qual fui chamado, que é servir O Senhor Jesus, e por consequência ao próximo. Todavia, farei esforços para evitar a acompanhar-me de vaidosos da “autopromoção”.

LPM News: Tem mais alguma coisa que o senhor gostaria de falar?

JP: Sim. Quero agradecer todas às pessoas que tiveram coragem e disposição de fazer suas apreciações em nosso defesa (Eu e a Sra. Andreia). Não acompanhei os comentários nas redes sociais, ficaria envergonhado em ver alguns que já servi fazendo comentários maldosos. Devo prestar serviços as pessoas da comunidade brasileira e demais que vivem nesse país, direto ou indireto; até orar por exemplo. Quero deixar claro que não protocolei denúncia, porque não tenho sede vingança, tenho sim, fome e sede de justiça, equidade. É por justiça – equidade, que estou aguardando tranquilamente.

Em tempo, repúdio com veemência toda sorte de infâmias e maldições ditas contra eu e a Sra. Andreia. Também, considerei que não devia parecer pretender censurar as pessoas de se expressarem. Portanto, todos tem direitos a falarem o que bem quiserem. Também considerei ser possível uma conversa que viesse reestabelecer à verdade e cessar tais ataques, mas não aconteceu. A aposta foi feita nos equívocos; e até agora é isso que permanecem. No dia 10 de março 2023, o, marido da “DJ” enviou-me um áudio solicitando conversar para apaziguar a situação, porém, os argumentos não denotam arrependimento algum, pelo contrário; por isso ainda não o encontrei. Por ultimo, aguardo que a Sra. DJ faça outros áudios reconhecendo os equívocos, revogando os primeiros; restaurando à verdade dos fatos.

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