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Entre os 12 países que compõe a América do Sul, o Suriname é o que tem o menor número de casos confirmados da Covid-19, com apenas 9.163. Já na corrida pela vacina, o país está em sexto colocado, com 4,73% de sua população imunizada com a primeira dose, segundo o levantamento do LPM News, com base nos dados disponíveis pelo painel da pandemia da Microsoft.

Na liderança da imunização no continente está o Chile, com mais de 36% de sua população vacinada contra a Covid-19. O Uruguai segue na segunda colocação com 20,6%. Brasil e Argentina estão tecnicamente empatados, com 7,75% e 7,86%, respectivamente. Na frente do Suriname está à vizinha Guiana Inglesa. O pequeno país tem 10.580 casos confirmados e imunizou 5,14%.

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No Suriname, a população chegou a ficar receosa com a vacina, sobretudo, após a veiculação de notícias falsas sobre a não eficácia do imunizante e, ainda, sobre a possibilidade de problemas a partir da aplicação. Especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS), no entanto, vem descartando qualquer cenário adverso ou capaz de ser prejudicial à saúde humana.

Primeira-dama, Mellisa Santokhi — Foto: CDS

Para encorajar a população, políticos do governo Chan Santokhi se adiantaram para tomar a primeira dose, incluindo a primeira-dama, Mellisa Santokhi. A Oxford/AstraZeneca, do Reino Unido, tem quase 80% de eficácia contra o vírus. Na América do Sul, além do Suriname, Brasil, Guiana Inglesa e o território francês da Guiana, estão utilizando o imunizante.

O que mudou em 60 dias

Em fevereiro deste ano, no primeiro levantamento feito pela redação do LPM News, apenas cinco países haviam iniciado a imunização. O Chile, àquela altura com 1,53%, manteve a ponta e alavancou as aplicações. Brasil (1,45%) e Argentina (1%) seguiram num ritmo menor. Equador e Bolívia, por outro lado, não conseguiram seguir os vizinhos.

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