A Associação de Medicina no Suriname (VMS) não delegará um representante para fazer parte do Conselho da Fundação a ser estabelecida em Wanica. O VMS enfatiza que é a favor de um hospital em Wanica, em particular por causa da população naquela área, mas um local deve ser baseado em um planejamento bem fundamentado.

A VMS afirma em uma carta ao Ministro da Saúde, Antoine Elias, que o governo dificilmente pode manter hospitais existentes em funcionamento por falta de meios financeiros e que todo hospital acaba sempre no final de cada mês tendo dificuldades para conseguir todo dinheiro necessário em face às despesas. A Associação de Medicina acredita que não é uma coisa saudável conseguir um hospital (doado) em Wanica, pois este também deverá ser mantido, como todos os outros hospitais e sempre terá que pagar salários aos funcionários, fornecedores de remédios, além dos auxílios, peças, instrumentos entre outras coisas necessárias que terão que pagar a cada mês para poder continuar existindo, enquanto o governo não pode sequer sustentar os hospitais existentes.

A grave escassez de enfermeiros e a atração de forças no exterior também não influenciarão positivamente em tudo isso, argumenta a VMS. A perspectiva é, portanto, fácil de adivinhar. A Associação de Medicina não considera sua tarefa e certamente não considera responsável assumir essa responsabilidade exclusiva por meio de uma função administrativa.

Foto: Social Media

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