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Traficante mexicana é mutilada e seus restos são encontrados dentro de um cooler de cerveja em Shopping Center

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Recipiente estava abandonado no estacionamento do local.

Conhecida como “Skinny Girl” (“Garota Magra”), a jovem traficante mexicana Joselyn Alejandra Niño foi assassinada e mutilada, seus restos mortais encontrados no domingo (19) dentro de um cooler de cerveja (espécie de geladeira portátil) abandonada no estacionamento de um shopping center.

Trata-se de mais um assassinato motivado por disputas entre cartéis de drogas no México.

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Informações do Daily Mail dão conta de que a menina teria sido uma “sicaria” (gíria mexicana para assassina) e fazia parte do cartel Los Ciclones, que disputam influência com a gangue rival Los Metros.

Jornais locais deram destaque à Niño em janeiro deste ano, quando uma foto sua vestindo um colete à prova de balas e segurando um rifle M4 rodou a internet. A polícia conseguiu identificar seus restos mortais por meio de uma tatuagem no braço.

Outras duas caixas foram encontradas no local. As autoridades federais e estaduais encontraram partes do corpo de outra mulher, além do corpo decapitado de um homem acompanhado de uma mensagem dos narcotraficantes afirmando que um destino “semelhante” aguarda aqueles que apoiam a facção Ciclones.

O texto ainda provoca a gangue rival dizendo para mandarem soldados treinados ao invés de mulheres.

Skinny Girls

Ninõ não é a primeira traficante a utilizar o codinome “Skinny Girl”. Outras duas mulheres já utilizaram a nomenclatura. A primeira foi Veronica Mireya Moreno, que, de acordo com o The Daily Beast, começou sua carreira como policial e ficou conhecida após ser ferida durante um tiroteio.

Mais tarde, ela foi presa dirigindo um carro roubado e transportando armas e celulares. A polícia acredita que ela tenha traficado e participado de assassinatos com o cartel de drogas Los Zetas.

Meses após sua prisão, Nancy Manriquez Quintanar relatou à polícia ter tomado parte em uma série de assassinatos relacionados às disputas de gangues. Ela também atendia pelo nome de “Skinny Girl”.

Ao longo dos últimos oito anos, mais de 100 mil pessoas morreram no México em decorrência da violência relacionada às gangues de drogas.

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Fonte: R7

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