Em comunicado divulgado na última quinta-feira (26), a Autoridade de Energia do Suriname (EAS) afirma que o governo do Suriname tem feito levantamentos para analisar e discutir os impactos dos reajustes de tarifas de energia propostos no país pela NV EBS.

Na proposta atual, de um reajuste gradual, feito por fases, os consumidores domésticos teriam suas contas reajustadas em 15% na primeira fase, em junho. Já na segunda fase, haverá reajuste tarifário de 10% a partir de setembro.

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Sabendo que o reajuste traz impactos diretos à sociedade, a qual já sofre com as consequências econômicas provocadas, principalmente, pela pandemia de covid-19, o governo sugeriu a criação de uma “taxa de transição”.

Na proposta, que beneficiaria boa parte dos consumidores domésticos, a introdução de uma “taxa de transição” afetaria quem consome entre 0 e 250 kWh por mês, onde estes seriam cobrados em um valor fixo de SRD 50.

Para consumos acima de 250 kWh, será cobrado SRD 2,50 por kWh. Em geral, a “taxa de transição” representará uma maior economia se o consumo for inferior a 400 kWh por mês. O governo e a EAS estimam que cerca de 100 mil domicílios sejam beneficiados com a medida no Suriname.

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