EUA e Espanha já tiveram casos de pessoas infectadas com o vírus; Ruanda não.

O Ministério da Saúde de Ruanda anunciou na terça-feira (21) que passará a exigir que visitantes que estiveram nos Estados Unidos ou Espanha durante os últimos 22 dias informem suas condições de saúde no momento do desembarque no país, em uma medida que visa conter o avanço do ebola.

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Em um documento, o Ministério afirmou que os turistas terão a temperatura corporal verificada. Passageiros que apresentarem febre, que é um dos sintomas do ebola, terão a entrada em Ruanda negada.

E os que não tiverem febre, mas passagem em um dos dois países, serão obrigados a relatar suas condições de saúde nos dias seguintes ao desembarque.

O ministro de Ruanda, o médico Agnes Binagwaho, disse que os visitantes devem preencher um formulário detalhado na chegada ao país, durante a imigração.

— Temos que assegurar que todos os cidadãos ou outros visitantes que venham dos países citados sejam examinados de forma mais cautelosa.

Até o momento, não houve nenhum caso de contaminação pelo vírus do ebola em Ruanda. A Embaixada norte-americana no país disse que visitantes que vieram ou passaram por Guiné, Libéria e Serra Leoa não são aceitos em Ruanda.

Desde o início do surto, Ruanda colocou 30 pessoas em quarentena, entre eles, um cidadão alemão. Ainda não há registro de nenhum paciente americano em isolamento no país.

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Fonte: R7

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