Robert van Trikt é acusado de corrupção pela Justiça do Suriname. Foto: Reprodução/Redes Sociais

Desi Bouterse também foi informado das novas denúncias.

Robert van Trikt, ex-presidente do Banco Central do Suriname, voltou a ser alvo de denúncias. Dessa vez, ele foi acusado pela Associação de Banqueiros do Suriname (SBV) de omitir e repassar informações equivocadas. O órgão pediu transparência nas ações do banco acerca das reservas de moeda estrangeira.

As solicitações foram feitas em reuniões de trabalho no último dia 26. Durante os debates, foram divulgados que as reservas internacionais líquidas disponíveis acabaram sendo US$ 100 milhões inferiores à reserva de caixa dos bancos colocados no CBvS. De acordo com os bancos, “isso é completamente inaceitável”.

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No sábado, dia 25, a associação de banqueiros informou o Presidente da República do Suriname, o Ministro das Finanças, a administração do Banco Central do Suriname (“CBvS”) e o comissário do governo que os acordos feitos com o CBvS fundos não foram atendidos na administração da reserva de caixa em moeda estrangeira.

Com base nas informações e documentação obtidas, o SBV aplicou medidas rigorosas para salvaguardar os fundos de reserva de caixa em moeda estrangeira confiados ao CBvS. Também foram impostas medidas pelo SBV para compensar o déficit, com um fluxo de receita sustentável de US$ 36 milhões por ano como segurança.

A proteção dos fundos será feita, entre outras coisas, abrindo contas bancárias seguras no exterior, nas quais o CBvS e o SBV estão conjuntamente autorizados a assinar. Como resultado, o CBvS não poderá mais realizar transações de forma independente com relação às reservas de caixa sem a cooperação explícita do SBV.

Foto: Apintie TV

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