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Prates: Petrobras pode ajudar Guiana e Suriname a explorar petróleo na Margem Equatorial

"Nada impede que a Transpetro preste serviço para os nossos parceiros, seja serviços de alívio de plataforma, exportação de petróleo ou até operação e manutenção de dutos e terminais", acrescentou Prates.

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O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, confirmou por uma rede social a intenção da Transpetro prestar serviços para terceiros, e citou como exemplo o suporte que a empresa pode dar para os vizinhos Guiana e Suriname, que exploram petróleo e gás natural na Margem Equatorial.

A Petrobras ainda aguarda licença do Ibama para explorar o local. “A Transpetro tem o potencial de servir não só às operações da Petrobras, mas também de prestar suporte aos nossos vizinhos, Guiana e Suriname, que apresentam potenciais exploratórios gigantescos e pouquíssimas infraestrutura de óleo e gás”, disse Prates, de que a Transpetro poderá prestar serviços para terceiros.

“Nada impede que a Transpetro preste serviço para os nossos parceiros, seja serviços de alívio de plataforma, exportação de petróleo ou até operação e manutenção de dutos e terminais”, acrescentou Prates.

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Ele participou nesta segunda-feira, 12, das comemorações pelos 25 anos da Transpetro em Angra dos Reis, Rio de Janeiro. A empresa é o braço de transporte da Petrobras, seja pelo mar ou por meio dos dutos que não foram vendidos pela estatal.

“A nossa expertise técnica somada à proximidade geográfica nos coloca em vantagem frente a outras empresas europeias”, reforçou Prates nas redes sociais sobre a possibilidade da Transpetro apoiar a campanha na Guiana e no Suriname.

“A Petrobras e a Transpetro podem exercer uma liderança técnica e econômica nesses países. Ajudá-los a vencer desafios que já vencemos no passado, desenvolver as economias locais e ainda expandir as nossas fronteiras. A Transpetro, assim como toda a indústria de óleo e gás, também vai precisar se reinventar. A transição energética vai gerar novas demandas e desafios”, explicou Prates.

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