spot_img
spot_img

Praga desconhecida dizima plantações na Guiana Francesa

As autoridades do departamento ultramarino francês têm mobilizado esforços para entender a origem da praga e desenvolver estratégias eficazes de controle

Atualizado há

CAIENA – Há dois anos, uma praga desconhecida assola as plantações de mandioca, também conhecida como yuca, na Guiana Francesa e no norte do Brasil, colocando em risco o alimento básico de milhares de pessoas. A propagação rápida da praga tem preocupado autoridades, agricultores e comunidades locais, que buscam respostas para conter seu avanço e salvar as plantações na região amazônica.

Estever Martin, chefe da aldeia ameríndia Trois-Palétuviers, localizada na fronteira com o Brasil, relata as dificuldades enfrentadas pelos agricultores de mandioca. Ele destaca que, em condições normais, a mandioca leva um ano para amadurecer, mas devido à praga, muitos agricultores são obrigados a colher após apenas seis meses para garantir alguma produção. No entanto, mesmo assim, os resultados são inferiores ao esperado, afetando o abastecimento de alimentos para as famílias locais.

A doença da mandioca é descrita por Martin como uma praga que escurece o caule da planta, murcha as folhas e demonstra resistência a métodos tradicionais de controle, como queimadas, e a produtos fitossanitários. A preocupação se estende para além das plantações, sugerindo que a própria terra pode estar contaminada, dificultando ainda mais a erradicação da praga.

- Publicidade -

As autoridades do departamento ultramarino francês têm mobilizado esforços para entender a origem da praga e desenvolver estratégias eficazes de controle. A situação é particularmente desafiadora, uma vez que a mandioca é um dos principais alimentos da região, desempenhando um papel crucial na dieta e subsistência das comunidades locais.

Comentar

Comentar

spot_img
spot_img
spot_img
spot_img
spot_img

Mais do LPM

spot_img
Custom App
Phone
Messenger
Email
WhatsApp
Messenger
WhatsApp
Phone
Email
Custom App
%d blogueiros gostam disto: