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Ministra da Juspol disse que mais de 30.000 brasileiros fazem trabalho escravo no Suriname

Atualizado há

Esses dados foram divulgados pela ministra da Justiça e Polícia, Jennifer van Dijk-Silos.

A ministra falou estas e outras questões durante a cerimônia de instalação de uma comissão que vai trabalhar para combater o tráfico de pessoas e a exploração sexual de menores no Suriname.

A ministra tem lutado para combater o tráfico de pessoas no Suriname para que o país alcance uma classificação melhor a nível internacional. A ministra afirmou ainda que crianças e adultos são vítimas desta ação criminosa que trata seres humanos como mercadoria e a sociedade tem o dever de denunciar este tipo de crime.

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O trabalho escravo entre os brasileiros ainda está sendo discutido com a Embaixada do Brasil para se chegar a uma solução viável.

Para Jennifer era seu dever criar um grupo de trabalho para tratar desta questão que diz respeito a toda a sociedade. A ministra revelou ainda que existe um bairro em Paramaribo onde são produzidos vídeos e fotos de pornografia infantil. “Uma menina de quatro anos é levada por adultos a ter relações sexuais com um menino de seis anos, e tudo é filmado e fotografado de maneira ilegal bem próximo de nossas casas”, afirmou a ministra Jennifer van Dijk-Silos.

Humphrey Tjin Liep Shie, KPS, JUSPOL
Humphrey Tjin Liep Shie – Diretor Juspol

O grupo de trabalho, foi instalado pelo período de um ano e tem a tarefa de resolver essas questões e antes do final de março, a comissão deve apresentar modelos de solução. O grupo é liderado por Humphrey Tjin Liep Shie, diretor do ministério de justiça e polícia.

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