Mais de quarenta detentos querem trabalhar fora da prisão em Paramaribo e em Para.

Logo este número irá aumentar dramaticamente, pois o ministério da justiça e polícia fez o pedido de trezentas tornozeleiras eletrônicas, que serão fornecidas no primeiro trimestre deste ano, segundo o diretor da prisão para infratores, Paul Pinas.

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Com as tornozeleiras, os detentos podem ser monitorados até o limite de uma determinada área. Pinas disse que as trezentas tornozeleiras são o suficiente por enquanto, uma vez que esse sistema ainda está em observação no país. “Nós verificamos em outros países, como Cuba e Guiana Francesa, onde as tornozeleiras são usadas, que o sistema tem dado bons resultados”.

O sistema faz parte do plano de reabilitação, que visa transformar a penitenciária em um centro de reabilitação. Através do plano de reabilitação, os detentos são formados e treinados para que ao deixarem a prisão, possam trabalhar na sociedade. “De acordo com o plano de reabilitação, os prisioneiros terão estágios em empresas e também terão licença para passar o final de semana em casa sendo acompanhados de perto pelo sistema de monitoramento da policia”.

Pinas, no entanto, afirma que a lei tem de ser adaptado para a entrada do novo sistema no Suriname. “Isso é parte do trabalho de preparação que temos de fazer.” Somente os presos que já cumpriram mais da metade da sua sentença e aqueles que mostrarem bom comportamento terão o direito de trabalho fora.

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