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Maior partido da Câmara, PT fica sem cargo na mesa diretora

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Apesar de ter o maior número de deputados federais, o PT ficou de fora da mesa diretora da Câmara dos Deputados na eleição deste domingo. Com a derrota de Arlindo Chinaglia (PT-SP) para Eduardo Cunha (PMDB-RJ), os cargos mais importantes indicados pelo partido ficaram para dois partidos aliados, o PR e o PSD.

Com 69 deputados, o PT foi derrotado no primeiro turno contra o peemedebista, que alcançou 267 votos na Casa. Como Cunha montou um bloco com 14 partidos, conseguiu ficar com a primeira vice-presidência, que cedeu ao PP e a primeira secretaria, que passou para o PRB.

Pelo critério de proporcionalidade, o bloco do PT pôde indicar o segundo vice-presidente, mas cedeu para o segundo maior partido aliado, o PR. Entretanto, o nome indicado pelo grupo, Lúcio Vale (PR-PA), acabou derrotado por uma candidatura avulsa de um deputado da legenda, Giacobo (PR-PR), que participou de encontros com Eduardo Cunha.

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Outro posto do bloco ficou com Felipe Bornier (PSD-RJ), eleito para segundo secretário. A vaga de suplente de secretário também ficou com um deputado do PSD, Ricardo Izar (SP), que participou de uma disputa acirrada com outros três candidatos. Deputados que pleiteavam a vaga chegaram a distribuir santinhos no Plenário.

Além da primeira vice-presidência, o bloco de Cunha ficou com a primeira-secretaria, quarta secretaria e duas vagas de suplente de secretario.

Mara Gabrilli (PSDB-SP) ficou com a terceira secretaria. Tetraplégica, a deputada foi uma grande defensora de obras de acessibilidade no plenário, que ficaram prontas no ano passado. Antes, cadeirantes não tinham acesso às tribunas e à mesa onde são presididos os trabalhos.

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Fonte: Terra

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