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Jovem morta pelo marido já havia feito ocorrência contra ele, diz polícia

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Segundo delegado, ela o denunciou por ameaça três dias antes do crime. Após atirar contra a mulher, ele se matou nos fundos de academia, em GO.

A Polícia Civil informou que a jovem Dayely Fonseca, de 22 anos, encontrada morta nos fundos de uma academia já havia registrado uma ocorrência por ameaça contra o marido, Rogério Ferreira Alves, de 39 anos, três dias antes do crime. Segundo as investigações, após assassina-la, ele cometeu suicido. O caso ocorreu no Setor Jardim Curitiba II, em Goiânia.

O crime ocorreu na segunda-feira (3). De acordo com o delegado Carlos Caetano Júnior, da Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH), novo responsável pelo caso, ela foi ao 22º Distrito Policial de Goiânia na noite da última sexta-feira (30) e denunciou Rogério.

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“No boletim, consta que ela estava na casa da mãe. Ele chegou agressivo querendo pegar o celular da mão dela alegando que ela estava tendo um caso, o que foi negado pela vítima. Em seguida, o suspeito começou a ofendê-la e disse que mataria qualquer pessoa com quem ela estivesse se relacionando”, disse o delegado aoG1.

Ainda conforme Júnior, a ocorrência seria encaminhada para a Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) da Região Noroeste, no mesmo setor onde o crime ocorreu, para averiguação.

O delegado explicou que a partir de quarta-feira (5) deve começar a ouvir testemunhas do caso.

Enterros
Os corpos do casal encontrado morto nos fundos de uma academia, em Goiânia, foram enterrados nesta quinta-feira (4). Segundo a Polícia Civil, Rogério Ferreira Alves, de 39 anos, matou a mulher, Dayely Fonseca, de 22, e depois cometeu suicídio. O crime ocorreu no Setor Jardim Curitiba II.

Dayely foi velada e sepultada por volta das 14 horas, no Cemitério Parque Memorial. Já o enterro de Rogério ocorreu às 16 horas, no Cemitério Vale do Cerrado. O velório ocorreu em uma igreja evangélica a poucos metros da academia, da qual era proprietário.

De acordo com a Polícia Civil, o homem atirou três vezes contra a mulher e depois em si próprio. A motivação ainda apurada.

Brigas
Um ex-aluno da academia, que conviveu de perto com o casal por 10 meses, mas não quer se identificar, conta que o relacionamento deles era conturbado. “Eles viviam brigando. O Rogério era muito ciumento e eles discutiam muito, até mesmo na frente dos alunos. Eles moraram juntos, mas romperam várias vezes”, relatou o jovem, que não soube precisar se o casal estava separado atualmente.

Ainda segundo o ex-aluno, Rogério comprou uma arma depois que a academia foi assaltada por duas vezes. “Ele me mostrou essa arma, inclusive, e disse que não se sentia protegido, que os assaltantes viviam rondando. Em outra conversa que tivemos, enquanto me treinava, ele me disse que já tinha sofrido muito de depressão. Aí aconteceu tudo isso agora. Dá muita dó, pois eles batalhavam juntos e essa academia era o sonho do Rogério”, lamentou.

Fonte: G1

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