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Jerry Slijngaard: “Falta base legal para guarda costeira agir no Suriname”

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O coronel Jerry Slijngaard aguarda com expectativa o rápido estabelecimento de uma legislação para a Guarda Costeira para que ele tenha uma base legal para operar.

Neste momento, a Guarda Costeira está sujeita às ordens do Procurador-Geral e o trabalho no mar fica limitado especialmente em operações que exigem uso de armamento militar.

Segundo Slijngaard, comandante da Guarda Costeira, o tráfico de drogas, contrabando e o comercio ilegal de animais estão acontecendo porque a Guarda Costeira do Suriname está limitada por questões de legislação.

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A Guarda Costeira do Suriname ainda aguarda a aprovação da Lei sobre a Guarda Costeira e quando isso acontecer vai realmente tornar o trabalho mais fácil. “A lei nos daria a autoridade a oportunidade de atuar de maneira mais abrangente no mar”, disse Slijngaard em uma entrevista na semana passada.

Slijngaard enfatiza que no que respeita ao trabalho em si, a organização pode fazer basicamente qualquer coisa, excepto em casos de auto-defesa, porque em caso de precisarmos usar violência armada temos que primeiro ser autorizados pelo Procurador Geral.

Para navegar até a grande área do mar, são necessários pelo menos dois barcos de um porte maior. Há uma proposta sobre a mesa para outra embarcação de 34 metros de comprimento e um barco deste tipo pode operar em alto-mar a 180 milhas da costa.  “Inicialmente o Suriname em 2016 iria comprar uma nova embarcação, mas os planos foram adiados pela situação financeira do país.” Afirmou o comandante Jerry Slijngaard.

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