O uso do pesticida Glifosato no Suriname não seria mais permitido a partir de 1º de janeiro de 2021. Porém, o governo do Suriname decidiu proibir a importação do pesticida Glifosato a partir de 1º de janeiro de 2019. O governo tomou essa decisão, embora o controverso medicamento Glifosato ainda seja permitido nos Estados Unidos e na União Européia.

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Essa medida foi tomada com base no pressuposto de que a Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2015 (IARC) indicou que essa droga pode ser carcinogênica para humanos. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Pesca (LVV) informa que esta decisão foi tomada como uma precaução para proteger a sociedade contra todas as conseqüências negativas desta substância. A decisão acima foi declarada no Decreto Estadual de 8 de janeiro de 2019.

Ao discutir alternativas para o Glifosato, deve-se procurar não só outros substitutos químicos, mas também outras opções mecânicas ou técnicas de cultivo. Para questão mecânica uma saída seria, cortar com o cortador de escova e colocar então as estacas como o mulch entre as plantas. Além disso, a coleta oportuna de treliças e o preparo do solo com plantas leguminosas de baixo crescimento (em pomares) seria uma boa alternativa. Se, no entanto, optar por uma abordagem química, deve-se considerar a própria segurança, observando o vestuário de proteção pessoal (EPI) correto e seguindo estritamente as instruções de uso quando se trata de dosagem e tempo de administração.

Portanto, pede-se à sociedade que trabalhe o mínimo possível ou não use o Glifosato. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Pesca fará todos os esforços para por substitutos no mercado e continuará a informar a comunidade através do Departamento de Informação sobre as consequências do uso desta substância controversa. O ministro do LVV, Rabin Parmessar, incluiu em seu pronunciamento que este Ministério também existe para ajudar a salvar a sociedade de todos os tipos de doenças, que estas drogas podem causar. É melhor prevenir  com conscientização e assim garantir trabalho e alimentos seguros.

Foto: LPM