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Igrejas surinamesas são contrárias ao casamento gay

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De acordo com o conselho de igrejas evangélicas pentecostais do Suriname, o casamento entre pessoas do mesmo sexo fere os princípios bíblicos e se constitui uma abominação aos olhos de Deus.

A Associação das igrejas pentecostais do Suriname (V-Veps), tem a intenção de levantar objecções sérias quanto a obrigatoriedade destas igrejas em realizar o casamento de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros, informou o representante das igrejas cristãs pentecostais do Suriname, Carlo Misiekaba neste sábado, 5 de novembro.

Esta manifestação pública das igrejas no Suriname provocou a reação imediata da comunidade LGBT e em resposta, a transsexual Yvanna Hilton (foto) disse que pretende mover uma ação judicial para garantir junto ao tribunal do Estado e a Central de Assuntos Civis (CBB) o direito de mudar o registro civil de masculino para feminino.

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Carlo Misiekaba, disse que foi criada uma comissão para defender a posição da comunidade cristã e da sociedade quanto a mensagem divina para esta situação.  “Nós temos preocupações quanto ao desenvolvimentos sobre as questões LGBT no Suriname”, afirmou  Misiekaba. De acordo com Misiekaba, todos têm direito de ter a sua própria preferência sexual, mas esses direitos não devem ser exercidos de modo que venham ferir os direitos e as crenças dos outros. Desde a minha infância eu sei que nasci no corpo errado. Sinto-me mulher, penso como uma mulher e tenho os sentimentos de uma mulher. Tenho seios e vagina e me sento feliz assim”, disse o transexual  Yvanna Hilton, que pretende se casar com um homem na igreja e ter todos os direitos de uma mulher casada.

Segundo a Associação de igrejas pentecostais do Suriname no entanto, o estilo de vida da comunidade LGBT é um desvio do princípio criativo no que diz respeito à orientação sexual de homens e mulheres e se constitui em uma abominação aos olhos de Deus. E segundo a doutrina cristã da igreja o fato dos líderes destas igrejas se recusarem a realizar o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo não pode ser caracterizado como discriminação.

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