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O Ministro das Finanças e do Planejamento, Armand Achaibersing, confirmou que o Suriname chegou a um acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) na casa dos US$ 690 milhões por três anos. O crédito será disponibilizado para colocar em prática a reforma econômica pretendida pelo governo.

O programa do FMI também abre caminho para que o Suriname obtenha apoio financeiro adicional de organizações multilaterais, a exemplo do Banco Mundial, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Banco de Desenvolvimento do Caribe (CDB).

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Achaibersing confirma que “após meses de negociações virtuais lideradas pelos negociadores-chefes Karel Eckhorst, do Suriname, e Ali Alichi, do FMI, com o apoio de uma equipe de especialistas, é chegado o momento de concluir as negociações técnicas”, concluiu.

Programa

O objetivo do programa é proteger a sociedade, em particular os menos afortunados, reestruturar a dívida assumida no Suriname, controlar o curso, reduzir a inflação e lançar as bases para uma recuperação econômica forte e sustentável, afirmou o presidente Chan Santokhi.

As principais medidas de política incluem uma redução substancial do déficit orçamentário, um aumento no apoio financeiro para os mais vulneráveis, uma mudança para uma taxa de câmbio que reflita as condições do mercado, uma redução da inflação e a restauração das reservas internacionais.

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