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Família paraense aguarda traslado do corpo de Bruna Guterres, encontrada morta

A madrasta lamentou a demora na divulgação do laudo, informando que "só daqui a 70 dias é que sai a divulgação do laudo"

Atualizado há

BELÉM – O corpo de Bruna Guterres, de 22 anos, paraense encontrada morta em seu apartamento no bairro Tanque, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, foi liberado nesta quinta-feira (18) pelo Instituto Médico Legal (IML) Afrânio Peixoto. A triste notícia foi confirmada por Liliane Souza, madrasta da jovem, que relatou à reportagem de OLiberal.com que a família aguarda um voo nesta sexta-feira (19) para realizar o traslado do cadáver de volta ao Pará.

Bruna Guterres deixou dois filhos, de dois e seis anos, que, segundo informações, estão sob os cuidados de uma vizinha no Rio de Janeiro. O laudo cadavérico, que esclarecerá a causa da morte, está previsto para ser divulgado apenas em 28 de março. Enquanto isso, o corpo aguarda o voo que o trará de volta à capital paraense.

A madrasta lamentou a demora na divulgação do laudo, informando que “só daqui a 70 dias é que sai a divulgação do laudo”. Familiares e amigos de Bruna iniciaram uma campanha para arrecadar fundos, buscando recursos para trazer o corpo de volta ao Pará. O enterro da jovem está programado para ocorrer em Castanhal, onde residem os parentes da vítima.

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A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) informou, por meio de nota à redação integrada de OLiberal.com, que a investigação do caso está em andamento na 41ª DP (Tanque) e aguarda o resultado do laudo do IML para esclarecer a causa da morte. A perícia no local já foi realizada, e testemunhas estão sendo ouvidas.

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