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Família de belga assassinado por brasileira luta por guarda do filho do casal

Atualizado há

Mãe da criança é acusada de mandar matar o empresário belga em Santa Teresa.

A família do belga Benoit Gaston, assassinado em abril de 2015, entrou na Justiça para disputar a guarda do filho de três anos do casal, que hoje vive com a avó materna. A mulher dele, Ana Kellen Moura, que está presa, é acusada de ser a mandante do crime. A vítima foi morta em Santa Teresa, no centro do Rio, onde morava com a companheira havia seis anos. À época, a criança tinha dois anos de idade. Segundo a polícia, a mulher pretendia ficar com os bens da vítima.

Ana Kellen Moura é acusada de mandar matar o marido para ficar com as propriedades da vítima. Ela prometeu ao assassino R$ 1.000 mais um terreno na Bahia, no Nordeste do País. Além do hostel e das pousadas que o belga possuía, a companheira queria a renda de R$ 20 mil que a vítima recebia.

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Segundo a DH (Divisão de Homicídios), o assassino foi Sandro Fernando Reis, que chegou a ficar hospedado no hostel por uma semana. O acusado, que estava licenciado do Corpo de Bombeiros, já tinha passagem pela polícia por roubo, extorsão e homicídio. Com ele, os agentes encontraram duas armas e vários materiais para torturas. O sargento permanece detido no grupamento especial prisional.

Segundo testemunhas, o casamento não ia bem e os dois dormiam em quartos separados. No dia do crime, Ana Kellen teria pedido para dormir no mesmo quarto que o marido para facilitar o crime. Sem desconfiar, a vítima deixou. Benoit Gaston foi morto durante a noite com um tiro na cabeça. O corpo só foi encontrado no dia seguinte.

A família da vítima está no Brasil e só pretende voltar à Bélgica com o neto. De acordo com o advogado, o acordo feito entre as famílias, que garantia o contato do menino com os parentes paternos, não está sendo cumprido. A família ficou supresa ao saber que a polícia denunciou Ana Kellen Moura como a mandante do crime.

A briga pela guarda da criança pode durar mais de dois anos. O juiz irá analisar qual das duas avós deve educar o menino. Elza Groof afirma saber que a batalha será longa, mas que diz acreditar na Justiça brasileira.

— Eu me sinto na obrigação de cuidar do meu neto e honrar a memória do meu filho.

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Fonte: R7

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