A advogada Maureen Nibte, entrou com um pedido junto ao Procurador-Geral em dezembro de 2014 para processar a diretora da creche Papegaaitjes.

Maureen recebeu uma resposta positiva em janeiro. De acordo com ela, o caso está pendente no Ministério Público e ela está à espera de um resultado. A advogada que representa os pais do bebê de três meses de idade que perdeu a vida em Outubro de 2014 por asfixia na creche. Suspeita-se que o menino, depois de ser alimentado, não teve a chance de arrotar, e teria sido colocado para deitar de costas logo depois de se alimentar, o arroto do bebê foi para os seus pulmões, o que causou asfixia na criança.

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De acordo com a advogada Maureen, há provas suficientes para lutar pelo caso. “Todos os funcionários que estavam presentes durante o acontecido, mudaram as suas declarações. Eles explicaram à polícia que foram forçados pela diretora a fazerem declarações falsas. Todos afirmaram que a criança morreu na creche “, disse Maureen.

A advogada acredita que se trata de homicídio culposo. Para ela, é incompreensível que ninguém seja responsabilizado ou preso neste caso. “Se  fosse o caso da criança ter sido abusada sexualmente no ambiente da creche, todos os funcionários da creche deveriam ficar no minimo seis meses atrás das grades.” Disse a advogada.

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