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Execução do gangster Marchano Pocorni cria onda de choque no Suriname

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O assassinato de Marchano Pocorni, de 37 anos de idade, dentro de um café dançante em Paramaribo em 2 março repercutiu em todo o Suriname.

Pocorni foi executado a tiros na madrugada de segunda-feira, 2 de março por dois homens armados que chegaram atirando na vítima que estava sentada conversando com outro homem dentro do café. Tanto a polícia do Suriname quanto a população foi surpreendida com a notícia da morte de Pocorni que tinha envolvimento com a mafia holandesa.

A revista holandesa Nieuwe Revu divulgou uma nota falando sobre a morte de Marchano Pocorni na sexta-feira, 13 de marco onde especialistas comentam as circunstancias em que Pocorni foi morto e afirmam que a polícia do Suriname não esta preparada para solucionar e prender os homens que executaram Pocorni dentro do café.

 “Dois homens jovens que aparentam ter cerca de  vinte anos de idade, entram no café e caminham um pouco tensos observando ao redor com os olhos fixos na porta da frente do clube PP Shisha Lounge em Paramaribo Norte. Ambos usando bonés para esconder o rosto, com roupas largas de grife, esperaram para agir no momento em que haviam poucas pessoas no clube.  Em poucos segundos, um dos criminosos saca a arma da cintura e com uma postura de um atirador profissional ele aponta a arma com menos de um metro de distancia atira contra a cabeça e atira matando o gangster de Amsterdã,  Marchano Pocorni”.

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Um dos comentaristas diz que estatisticamente, as chances de que você ser vítima de um crime grave é seis vezes maior no Suriname do que na Holanda. No entanto, o que intriga os especialistas é que Marchano Pocorni foi executado no Suriname que é um país que não tem histórico de mortes desse tipo. 

“Esses criminosos são profissionais. Aqueles homens atiraram sem falar. O homem que aparece no vídeo da polícia com cabelo liso deve ser turco ou marroquino, mas do Suriname certamente não é”. Afirmou um dos comentaristas da revista holandesa Nieuwe Revu.

Ainda segundo comentários feitos na revista, este não é o modo de agir dos criminosos no Suriname, porque nota-se que o assassino não fala nada e logo em seguida atira o que é diferente no Suriname, porque o criminoso sempre fala alguma coisa para a vítima antes ou até rouba objetos pessoais antes de matar. Os autores deste crime certamente são profissionais e não são surinameses. 

Os autores podem então ter agido muito profissionalmente, infelizmente, isso não quer dizer sobre o conhecimento e as habilidades da polícia do Suriname. Não há muito tempo estavam treinando oficiais da vizinha polícia francesa da Guiana Francesa em fingerprinting. Na vigilância do clube é ver que um dos autores da porta do clube sem luvas abre. É muito provável que estas impressões digitais poderiam ser registados.

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