Por ano, o governo paga um mínimo de SRD 700 milhões de subsídio para a energia elétrica fornecida à sociedade em geral e dependendo dos preços do petróleo pode ficar acima de um bilhão.

“Se o governo usasse cerca da metade do dinheiro para investir em educação ou saúde faria uma enorme diferença”, disse Willy Duiker, diretor geral da Companhia de Energia Elétrica (Energie Bedrijven Suriname EBS).

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É bem conhecido entre a sociedade surinamesa que as tarifas de energia elétrica não são as mesmas para os diferentes setores da sociedade. As famílias e as empresas teriam de pagar mais, de acordo com os cálculos, pelo menos, quatro vezes mais, mas os governos anteriores já subsidiavam a energia elétrica para estes setores.

Desde os últimos anos pela alta dos preços do petróleo, o custo para o estado manter o subsídio subiu bastante e os observadores econômicos internacionais como o (IMF) e o Banco Mundial,  alertaram o governo repetidamente para reduzir o subsídio. Isto é, por um lado para aliviar a pressão sobre os cofres públicos e, por outro lado, reforçar o cofre.

Segundo Marcel Eyndhoven, diretor técnico da (EBS),  entre 2014 e 2015, mais de 80 milhões de dólares serão investidos.

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