Correspondente da Rede Globo em Tóquio, Márcio Gomes deixou o Japão na última semana para acompanhar diretamente da Indonésia o caso que girava em torno do traficante brasileiro Marco Archer que, condenado à morte, foi fuzilado no último sábado, 17. A ideia de cobertura, entretanto, não saiu como o profissional e a emissora esperavam. Na segunda, o canal informou à Folha de S. Paulo que o jornalista e o cinegrafista que o acompanhava foram deportados.

Acompanhado de seu cinegrafista, o jornalista teve problemas com autoridades locais, que chegaram a deter a dupla e a apreender os passaportes. Enviado da Folha ao país asiático, Rodrigo Gallo afirmou, em reportagem publicada no último fim de semana, que a equipe da Globo foi abordada por policiais no momento em que registrava imagens do porto de Cilacap, local de ondem partem embarcações com condenados à morte – que são fuzilados na ilha de Nusakambangan.

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Com a situação e sem os passaportes em mãos, Gomes (foto: reprodução) e o cinegrafista foram levados pela polícia até Jacarta, capital da Indonésia. De lá, os dois embarcaram de volta ao Japão. Em seu texto, Gallo, que chega a relatar que foi abordado por um homem supostamente do setor de imigração, ressalta que a equipe de TV entrou no país com visto de turista. O fim do desfecho envolvendo os jornalistas não foi comentado pelo Itamaraty, órgão responsável pelas relações exteriores do Brasil.

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Fonte: Portal

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