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Entidades manifestam preocupação após Petrobras retirar equipamentos da costa do AP, Guiana e Suriname

Estatal retirou equipamentos que seriam usados em análises e perfuração teste no litoral do estado. Petrobras pediu para explorar um campo com potencial de 14 bilhões de barris de petróleo a 175 quilômetros da costa do Amapá, mas o Ibama negou licença.

Atualizado há

Cinco entidades do setor econômico do Amapá publicaram nesta terça-feira (20) uma nota onde manifestaram contrariedades à retirada de equipamentos da Petrobras que estavam no estado. A estatal não foi autorizada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) a realizar perfuração de poço na bacia da Foz do Amazonas.

Os equipamentos da Petrobras seriam destinados as ações para análises prévias de extração e beneficiamento de petróleo e gás natural no litoral do estado. O campo de interesse da estatal tem potencial para a extração de 14 bilhões de barris de petróleo.

Na nota pública, as entidades disseram que a atividade petrolífera traria ao estado inúmeros benefícios para a sociedade. Destacaram também que o Amapá perde mais uma oportunidade de desenvolvimento.

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Assinaram a nota a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Amapá (Fecomércio/Ap), o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/AP), a Associação Comercial e Industrial do Amapá (Acia), a Federação de Agricultura e Pecuária do Amapá (Faeap) e o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Amapá (Sinduscon/AP).

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