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Empresa de energia do Suriname (EBS) está em crise financeira devido a alta do dólar

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O alerta foi dado através de um comunicado de imprensa nesta segunda-feira, 11 de abril.

De acordo com a EBS, a maior parcela dos custos é com combustível que representa (41%) dos gastos, o qual é apenas uma parte da fonte de alimentação para a área de EPAR (Paramaribo, Pará, Wanica, Commewijne e Saramacca).

Outro componente de alto custo é a manutenção. As máquinas em usinas de energia, transmissão e distribuição, exigem manutenção regular e esses custos com lubrificantes, peças sobressalentes e aquisição de material são pagos em dólar.  Além disso, a EBS também tem experimentando altos custos, como resultado de danos causados ​​por terceiros (colisões contra postes de energia,danos causados a rede elétrica por árvores e etc…). A EBS também tem custos com máquinas e redes que precisam ser substituídas ou reformadas e tudo isso custa dólares norte-americanos, sem excluir os custos com pessoal que em grande parte também são pagos em moeda estrangeira.

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A equipe de gestão recentemente nomeada para a EBS está analisando diversas formas para reduzir os custos e aumentar a eficiência e a transparência na administração da estatal. “Existem fatores fora da nossa influência, são fatores que estão fora de nosso controle, tais como a alta do dólar e o preço mundial do combustível. ” informou a diretoria da EBS.

Uma das formas que a EBS está avaliando para melhorar a sua posição de endividamento, é o refinanciando da dívida para que esta seja paga em condições razoáveis. Outra ação neste sentido é a Revisão da política de veículos, que inclui a venda dos veículos excedentes da empresa, cuja renda obtida será usada para pagamentos em atraso da EBS. Os veículos restantes serão utilizados para serviço contínuo.

Outra medida adotada é o aumento da transparência no processo de aquisição de bens ou serviços. Todas as compras são feitas através de concursos públicos e se possível diretamente da fonte sem a participação de intermediários e todos os pagamentos em atraso estão sendo feitos o mais rapidamente possível em moeda estrangeira para evitar o efeito do aumento nos preços.

Com estas medidas a EBS está lutando para equilibrar as contas, mas esclarece que desde que o subsídio pago pelo governo foi retirado no ano passado, está enfrentando serias dificuldades financeiras.

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