Sobre as acusações que pesam sobre o filho do presidente, Dino Bouterse, o governo prestou a seguinte declaração:

* De nenhuma maneira ou em qualquer momento organizações terroristas estavam ativas no território da República do Suriname.
Os documentos neste caso mostram que, através de uma operação secreta, apenas informantes e agentes dos Estados Unidos estavam envolvidos, o que não prova um ato terrorista nem  algo que envolva um cartel de drogas;

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* Dino Bouterse nunca foi chefe da Unidade Contra Terrorismo (CTU), ele foi apenas nomeado durante a fase de início desta unidade como um treinador e instrutor.

A primeira e única pessoa no cargo de chefe da (CTU) é capitão Giovanni Nijbroek.

Dino Bouterse não teria autoridade e capacidade para ajudar na criação de campos de treinamento para terroristas ou bases de apoio no Suriname.

* Suriname e Estados Unidos da América, em conjunto com as organizações internacionais, sempre trabalharam em estreita colaboração no domínio da luta contra o terrorismo e a partilha de informações.

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