Apesar da aprovação do governo francês para um plano de emergência de mais de um bilhão, ainda há grande agitação social no departamento ultramarino francês.

Os manifestantes liderados pelo grupo 500 irmãos decidiram continuar os protestos na Guiana Francesa como resposta dos ativistas que não acharam suficiente o plano proposto pelo governo francês.

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Nesta terça-feira, 11 de abril, os membros do grupo de “500 irmãos” chegaram à cidade de Saint-Laurent du Maroni na parte ocidental da Guiana Francesa depois que vários manifestantes ocuparam o prédio da sub-prefeitura da cidade desde a segunda-feira a noite. Os manifestantes na semana passada rejeitaram a oferta de Paris e os ativistas exigem pelo menos 2,5 mil milhões de euros para pôr fim ao subinvestimento crônico da população.

Ao fechar a porta na capital Cayenne, o fornecimento de produtos de importação e exportação do vizinho Suriname e do Brasil caiu drasticamente. Os protestos são dirigidos contra o elevado número de desemprego e a criminalidade.

Embora os manifestantes não concordem com o plano do governo francês, os ativistas colocaram um fim à ocupação “simbólica” do acesso ao centro espacial na cidade de Kourou. Os protestos da última segunda-feira em Saint-Laurent onde vivem mais 20.000 pessoas foi liderado pelo grupo “O Pou Gwiyann” que ocupou o pátio da sub-prefeitura na segunda-feira a noite, mas nesta a terça-feira pela manhã, a polícia de choque pediu reforços para impedir a entrada no edifício.

Fonte/Foto: 1ere

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