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Companhia de Suprimento de Medicamentos do Suriname responde relatório de Associação de Anestesiologistas do Suriname

Relatório versa sobre a indisponibilidade de medicamentos anestésicos essenciais

Atualizado há

Em resposta ao relatório da Associação de Anestesiologistas do Suriname sobre a indisponibilidade de medicamentos anestésicos essenciais, a Companhia de Suprimento de Medicamentos do Suriname (BGVS) deseja anunciar o seguinte.

A BGVS faz o possível para fornecer à comunidade os medicamentos necessários. No que diz respeito aos medicamentos anestésicos, pode-se afirmar que foram efetuados pagamentos  relativos ao Sevoflurano. O pagamento do medicamento Propofol também já foi feito. Os pedidos estão sendo preparados para os demais itens como Isoflurano e Atropina.

O Ministério da Saúde tomou as seguintes medidas em resposta ao relatório do Departamento de Anestesiologia:

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  • O Conselho Nacional de Hospitais foi solicitado a fazer um inventário dos estoques oficiais nacionais dos recursos necessários para o uso nos hospitais. Também foi solicitado que providenciasse o pagamento o mais rápido possível das contas pendentes ao BGVS.
  • Acordos foram feitos com o BGVS para transportar recursos, atualmente escassos, o mais rápido possível via frete aéreo.
  • O Hospital Acadêmico de Paramaribo recebeu na segunda-feira (27), uma remessa que será utilizada para a continuação dos procedimentos cirúrgicos após consulta ao setor de Anestesiologia.
  • Esforços também estão sendo feitos pelo Ministério para indagar sobre a disponibilidade rápida de recursos para outros canais.
  • Uma solução de emergência também está sendo trabalhada em conjunto com o departamento de Anestesiologia.

Para garantia do abastecimento de medicamentos às instituições hospitalares, que se dão exclusivamente a crédito, o BGVS tem que controlar o pré-pagamento das encomendas ao exterior. As instituições hospitalares, por sua vez, também têm a responsabilidade de cumprir com suas obrigações de pagamento, para que a BGVS não fique sem liquidez. Esta situação se repetiu no período passado, fazendo com que a BGVS não conseguisse ou otimizasse seus estoques.

O estado ou o Ministério da Saúde teve que responder várias vezes, assumindo como reivindicações pendentes junto às instituições hospitalares.

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