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Caso de um surinamês agredido em Curaçao será investigado pelo Ministério Público

Atualizado há

O caso de um jovem de 19 anos de idade, espancado dentro de uma prisão, esta provocando tensão entre o governo do Suriname e Curaçao.  

O cônsul-geral do Suriname para Curaçao, Aruba e St. Maarten, Delano Braam, pediu ao Procurador-Geral (PG) Guus Schram para investigar os funcionários envolvidos na agressão contra estrangeiros, especialmente no caso do surinamês 19 anos de idade, Denzel Roijé.

O Ministério Público (OM) vai pedir a extradição do surinamês depois que sua mãe denunciou as graves agressões sofridas pelo filho dentro de uma prisão em Curaçao. De acordo com a denúncia feita pela mãe do rapaz, o surinamês foi severamente espancado nas primeiras horas do dia 1 de março por cinco funcionários do sistema prisional.

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Depois de sofrer várias lesões como resultado das agressões, o surinamês foi colocado nu em uma solitária. Ainda de acordo com a denúncia, as roupas sujas de sangue do rapaz desapareceram e a cela onde ele foi colocado foi lavada para limpar as manchas de sangue no dia seguinte. O cônsul e o vice-cônsul do Suriname foram visitar o rapaz após o recebimento das denúncias e constataram o abuso ao encontrarem o surinamês com vários hematomas no corpo e na face. O rapaz também queixava-se de muitas dores no estomago e não conseguia se alimentar.

Além de violência física, os detentos não têm roupas limpas e as celas são desprovidas das condições básicas de higiene.

Relatos de maus tratos de prisioneiros, tiroteios, tráfico de drogas, estupros e má higiene, levaram a Holanda a oferecer apoio em diversas ocasiões.

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