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Brasil convida turistas estrangeiros para os jogos olímpicos “Rio 2016”

Atualizado há

O ministro da saúde do Brasil, Ricardo Barros, emitiu um comunicado informando a todos os turistas estrangeiros sobre a segurança quanto a prevenção de doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti.

Faltam menos de dois meses para o início do maior evento esportivo do planeta e o Brasil deve receber
representantes de cerca de 200 países e 500 mil turistas estrangeiros.

O ministro da saúde, Ricardo Barros, informa que a saúde está preparada para esse grande momento, com ações de prevenção ao Aedes aegypti em curso, com monitoramento 24h nas seis cidades onde serão realizados os jogos e com profissionais treinados e aptos para responder a emergências.

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O ministro Ricardo Barros salienta que a circulação do vírus Zika, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, não impedirá a realização de um evento seguro e inesquecível para atletas, participantes e espectadores. Os riscos são mínimos e um estudo publicado pela Universidade de Cambridge faz previsão de menos de um caso entre os 500 mil turistas.

Especialistas reunidos pela Organização Mundial de Saúde reafirmaram no dia 14 de junho que o risco de propagação da doença é muito baixo. Durante os jogos, as viagens para o Rio vão representar 0,25% do total de deslocamentos para áreas infectadas por Zika, segundo o CDC dos Estados Unidos. Ao todo, o vírus já circula em 60 países e o Brasil representa apenas 15% da população exposta.

Durante os jogos, o Brasil estará no inverno, quando as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti atingem o menor índice. Além disso, as ações de mobilização de combate ao mosquito, como as visitas domiciliares e o investimento público em vigilância e prevenção, levaram a uma queda antecipada da Zika.

Os casos caíram 87% entre fevereiro e maio deste ano. O monitoramento e acompanhamento dessas informações permanecem em parceria com a OMS, de forma
absolutamente transparente e as medidas necessárias para combater os focos do Aedes aegypti continuam, com reforço de três mil agentes no Rio de Janeiro, de acordo com o ministro da saúde.

Na preparação para os jogos, foram realizados 51 eventos-teste com o monitoramento do Ministério da
Saúde, e não houve nenhum caso de infecção pelo mosquito. Desde o dia 3 de maio a tocha olímpica já
percorreu mais de 100 cidades e também não houve sequer um registro.

O Brasil tem experiência em organizar grandes eventos, como a Copa do Mundo. Na época também houve alarde e preocupação quando a uma possível epidemia de dengue, mas foram registrados só três casos em turistas.

Cuidar bem da saúde do povo brasileiro e dos turistas que virão para o mundial esportivo é prioridade para o governo federal, que assumiu o compromisso de colocar em prática as medidas necessárias para proteger a saúde das pessoas. “Recentemente, estive em Genebra, na Suíça, e reforcei com o Comitê Olímpico Internacional que jamais colocaríamos em risco a saúde dos atletas e turistas. O Brasil mantém toda a atenção e medidas necessárias para que os jogos sejam um marco histórico dos esportes. Então, venham para os Jogos Olímpicos!” finalizou o ministro da saúde, Ricardo Barros.

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