De acordo com o coronel Jerry Slijngaard, coordenador do Centro Nacional de Desastres (NCCR), não há motivo para pânico, mas a situação no reservatório está sendo monitorada.

Jerry Slijngaard NCCR
Jerry Slijngaard – NCCR

Nós estamos de olho nas estradas e pontes nas áreas mais afetadas pelas enchentes para que possamos dentro do possível antecipar o que pode ocorrer”, disse o coordenador do NCCR, na quarta-feira, 22 de fevereiro.

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Segundo Slinjgaard, a preocupação principal são as barragens auxiliares. A integridade destas barragens tem sido afetada pela ação tanto dos garimpeiros ilegais como também daqueles que detêm uma licença para trabalhar nestas áreas. Até agora não há nenhuma razão para pânico, mas esperamos que esta tendência não continue. Se o lago continuar a encher, haverão outras questões envolvidas, tais como as barragens auxiliares que ficarão sob forte pressão.

Juntamente com peritos da Suralco, que administram a barragem, os casos estão sendo cuidadosamente controlados e até o momento não recebemos nenhum relato da Suralco. “Eu não posso dizer se isso é uma ameaça ou não”, salientou Slijngaard. O que estamos dizendo é que a integridade das barragens auxiliares foram afetadas pelos garimpeiros que fazem extração de ouro muito próximo a estes locais. Os garimpeiros foram retirados pelo governo, mas depois de um tempo eles retornam com suas atividades colocando a barragem em risco.

“Nós já pedimos aos especialistas que continuem monitorando o efeito das enchentes porque não queremos ser desagradavelmente surpreendidos”, finalizou o comandante do NCCR.

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