Luiz Felipe Scolari e Carlos Alberto Parreira já estabeleceram como meta da seleção brasileira da Copa do Mundo de 2014 o título. Só isso já faria a vitória sobre a Colômbia, nesta sexta-feira, uma obrigação. Mas a importância de um triunfo sobre os rivais sul-americanos é ainda maior: chegar às semifinais foi o mínimo que as últimas campeãs do mundo conseguiram ao receber o torneio em casa.

Vencer a partida no Castelão já faria com que o o Brasil garantisse uma mini-meta: disputar sete partidas no Mundial, o máximo que uma seleção pode fazer no torneio, independentemente do resultado na semifinal (contra Alemanha ou França). Alemanha, em 2006, e Itália, em 1990, já fizeram o mesmo: caíram justamente no último passo antes da decisão. As duas levaram a melhor na disputa de terceiro lugar e terminaram a Copa em casa com vitória.

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A França, em 1998, é o exemplo de dono da casa vencedor. O país, que já tinha formado boas equipes, levou seu primeiro e único título jogando para a sua torcida. Quarta colocada em 2002, a Coreia do Sul também conseguiu como mandante o que nunca fez em mundiais: chegou entre os quatro primeiros. Caiu nas semifinal e perdeu na decisão de terceiro, contra a Turquia. Mesmo assim, foi a melhor campanha asiática na história das Copas.

Desde o início do mata-mata, Felipão tem dado declarações mais amenas em relação ao autoproclamado favoritismo do Brasil. Desde 2013, o técnico fala em “obrigação”. Seu coordenador técnico, Carlos Alberto Parreira, disse no início da preparação que “campeão chegou, bem chegado” e que a seleção estava “com uma mão na taça”.

Na véspera do jogo contra a Colômbia, Scolari defendeu o discurso otimista, apesar das atuações abaixo da expectativa na Copa do Mundo. “Aquelas declarações foram espetaculares do Parreiras. Não poderia ser diferente. Não esperava nada diferente”, afirmou. “Vamos para o quinto passo. Continua a caminhada”, completou Felipão.

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Fonte: Uol

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