Os alunos de algumas escolas em Paramaribo que estavam sofrendo com a greve dos professores ficaram felizes com o reinício das aulas na segunda-feira, 30 de janeiro.

As aulas em algumas escolas do Suriname ficaram interrompidas durante mais de duas semanas em consequência da greve nacional da União de Professores (BVL) e da Aliança dos Professores no Suriname (ALS), mas devido um acordo com o governo, os professores decidiram retomar o processo educativo a partir da última segunda-feira.

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A greve da BVL e da ALS afetou tanto os alunos da classe primária como do ensino secundário causando transtorno nas escolas que foram afetadas pela greve. Os sindicatos na semana passada concordaram com uma proposta do governo e suspenderam a greve, mas, se dentro das próximas duas semanas o governo não cumprir o acordo, as aulas serão interrompidas novamente.

Os sindicatos dos professores desde o ano passado chegou a um acordo com o governo para implementar a reavaliação em 1 de janeiro de 2017. No entanto, o ministro da Educação, Ciência e Cultura, Robert Péneux, anunciou que a reavaliação seria aplicada somente a partir de 1 de março e isto foi a gota d´agua que fez transbordar o copo de uma reivindicação na qual os professores estão envolvidos desde 2014 com o governo.

Pela falta de reavaliação, se agravou a condição de sobrevivência dos professores pelas desvalorizações sucessivas e a enorme perda de poder de compra fazendo com que os professores sejam obrigados a trabalhar por uma ninharia e sem condições de manter a cabeça acima da água diante da atual situação financeira que o Suriname atravessa.

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