A Associação de Empresas do Suriname (VSB) se manifestou contra o retorno do “lockdown” no país. A possibilidade tem sido ventilada pelo governo de Chan Santokhi através do Ministério da Saúde. Segundo a entidade, os trabalhadores não têm garantias de rendimentos e são afetados diretamente.

Ainda de acordo com a VSB, o ideal é que especialistas avaliem com cautela, levando em consideração os aspectos sociais e econômicos. ”Se o governo, entretanto, decidir instituir um bloqueio, a VSB tentará dar sua contribuição para evitar que o bloqueio pese desnecessariamente sobre o setor privado“, disse, em nota.

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O governo alega que algumas das infecções ocorrem no local de trabalho. “Neste contexto e na expectativa de possíveis medidas mais rigorosas, a VSB aconselha todas as empresas e pessoas singulares do setor privado a contribuírem também para a redução do elevado número de infecções”.

O Ministério da Saúde, por outro lado, não vê uma mudança no quadro em curto prazo e, por isso, se mostra preocupado com a situação. “Isso nos preocupa com o surgimento de vírus mutantes. O desconhecimento desse vírus nos obriga a ser extremamente cuidadosos”, concluiu Amar Ramadhin, titular da pasta.

 

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