Ministro de Relações Exteriores, Negócios Internacionais e Cooperação Internacional (BIBIS), Albert Ramdin, afirmou que Suriname se posionou contra ataques russos e a favor de resolução da ONU — Foto: Luiz Paulo

O Suriname abrirá uma embaixada em Jerusalém em um futuro próximo, disse o ministro das Relações Exteriores do Suriname, Albert Ramdin, durante uma reunião na segunda-feira (30) na capital israelense, Tel Aviv.

O país se juntará aos EUA, Guatemala, Honduras e Kosovo, que têm embaixadas completas em Jerusalém. Vários outros países mantêm filiais de embaixadas ou missões comerciais em Jerusalém, incluindo Austrália, Hungria e República Tcheca.

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Israel capturou Jerusalém Oriental na Guerra dos Seis Dias de 1967 e depois a anexou em um movimento não reconhecido internacionalmente. Os palestinos querem que Jerusalém Oriental seja a capital de um futuro Estado palestino. Quase todos os países mantêm suas embaixadas em Tel Aviv por causa da disputa sobre Jerusalém Oriental.

O anúncio do Suriname veio um dia depois que Israel celebrou o Dia de Jerusalém, que marca a reunificação da capital durante a Guerra dos Seis Dias de 1967, quando Israel assumiu o controle de Jerusalém Oriental da Jordânia.

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