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A Staatsolie Maatschappij Suriname indicou que não haverá produção de petróleo offshore no país antes de 2027. A medida se baseia em vários fatores que surgiram na atual fase de exploração. Como resultado, o presidente Chan Santokhi decidiu informar a sociedade da maneira mais completa possível. Na declaração a seguir, o chefe de Estado mostra, entre outras coisas, a visão do governo sobre as informações recém-obtidas.

O presidente Santokhi diz que o governo vai continuar com os projetos que está realizando. Ele menciona a construção do porto de águas profundas em Nickerie para criar um polo econômico e a primeira cooperação lançada recentemente entre o Suriname e a China na área de tecnologia agrícola. Nesse contexto, o governo já disponibilizou uma área de 200 mil hectares para dinamizar o setor agrícola. Além disso, 10 milhões de euros foram reservados para o setor agrícola e a produção.

O chefe de Estado observa que, devido ao adiamento da Decisão Final de Investimento (FID), também era esperado que a primeira produção de petróleo offshore fosse adiada. Ele diz que começar isso requer uma preparação completa. Atrasos e adiamentos, segundo o presidente Santokhi, afetam os setores econômico, financeiro e energético do Suriname. O governo fará tudo o que estiver ao seu alcance para aproximar os atores do setor de energia e estimular uma abordagem integrada.

Ele diz, ainda, que, depois que a expectativa mudou de 2025, o Suriname agora pode se preparar melhor para o grande desenvolvimento com o adiamento. Por exemplo, os jovens podem ser preparados para o setor de petróleo e mais investimentos podem ser feitos em conteúdo local. O chefe de Estado observa que até 2027 muitos surinameses terão se formado na área de petróleo e gás; os cursos de treinamento para isso começaram recentemente.

O governo continuará focado no setor manufatureiro, no qual, segundo o presidente Santokhi, devem ser feitos mais investimentos. O Suriname também terá que exportar mais e assim gerar mais renda. Também será dada atenção à agricultura. O chefe de Estado diz que não há dinheiro perdido na exploração. Ele acredita que investir envolve riscos e oportunidades. Isso fornece segurança e, em última análise, um futuro brilhante para o Suriname.

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