Os danos causados pelo uso do mercúrio há muitos anos está sendo tolerado por governos e organizações ambientais no Suriname.

A Fundação de Conservação do Suriname (SCF) decidiu lançar uma campanha de consciência imediata para a comunidade sobre os perigos desastrosos do mercúrio a que a nação está exposta.  A Fundação de Conservação do Suriname (SCF) considera oportuno que hoje, 5 de junho, no “Dia Mundial do Meio Ambiente”, seja dada especial atenção a essa questão.

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A razão para este alerta está no fato de que a investigação científica tem mostrado que em áreas residenciais e nos bairros onde as escolas estão localizadas, deve-se evitar a emissão de vapores de mercúrio no ar. Segundo o “SCF”, este é um fato comprovado cientificamente e que tem sido ignorado pelas autoridades. Ainda segundo informou o “SCF” já existem evidencias comprovadas da existência de vapores de mercúrio no ar na cidade de Paramaribo, enquanto as comunidades indígenas e quilombolas do interior que lidam diretamente com os efeitos destrutivos do mercúrio estão ha muitos anos sob o olhar atento dos grupos governamentais e ambientais.

No interior do país e próximo de áreas indígenas o mercúrio é largamente utilizado pequenos grupos de garimpeiros e vários estudos internacionais, incluindo o do americano “Daniel Peplow” mostram que o teor de mercúrio a que as comunidades indígenas de Wayana e os moradores de Matawaidorp Kwakoegron, estão expostos, é muito alto.

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