Mark Rutte, primeiro-ministro da Holanda

Membros do governo do primeiro-ministro da Holanda renunciaram nesta sexta-feira, dia 15, em decorrência do que eles consideram má gestão de recursos para apoio financeiro às famílias de recém-nascidos. Ainda de acordo com a imprensa do país, Mark Rutte deve anunciar sua saída do cargo em coletiva. Ainda assim, o convite para uma reunião com o presidente do Suriname, Chan Santokhi, pré-agendada para fevereiro, segue mantido.

Santokhi e Rutte estiveram em conversa oficial por telefone nesta semana, onde discutiram as direções para manutenção dos laços entre os dois países, bem como os acordos existentes. Também na pauta a alocação de gastos dos fundos restantes do tratado e as negociações com o Fundo Monetário Internacional (FMI). “As discussões entre os dois chefes de governo resultaram no restabelecimento das relações diplomáticas em nível de embaixador e a cooperação técnica”, concluiu Santokhi.

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Saída de Rutte

A decisão acontece após uma investigação do Parlamento no fim do ano passado, na qual se descobriu que funcionários públicos que trabalham na Receita acusaram erroneamente milhares de famílias de fraude. Os políticos apontados pelo governo deveriam supervisionar o trabalho dos fiscais. O relatório do inquérito afirmou que 10 mil famílias foram forçadas a devolver dezenas de milhares de euros que haviam recebido como subsídios, o que as levou a ter mais desemprego, falências e divórcios.

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