Em outra ação, passageiro coreano de 47 anos disse ter recebido oferta de milhares de dólares para transportar uma mala com a droga até Laos, na Ásia

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A Polícia Federal prendeu entre a tarde da segunda-feira (2) e a madrugada de terça-feira (3), no Aeroporto Internacional de São Paulo, 4 passageiros tentando levar drogas para Portugal, Coréia do Sul e África do Sul. Duas das pessoas embarcariam no mesmo voo com destino a Lisboa.

Policiais que monitoravam o fluxo de passageiros que chegam ao aeroporto, desconfiaram de um homem venezuelano de 22 anos, que se dirigiu ao check-in de voo com destino a Joanesburgo, na África do Sul. O homem foi abordado e, na busca pessoal, realizada em uma sala reservada, foram encontrados mais de 6 Kg de cocaína fixados em seu corpo na região do tórax e panturrilha.

Em outra ação junto ao check-in de voo para a Coréia do Sul, os agentes identificaram um homem coreano, de 47 anos, e o conduziram para entrevista e verificação da bagagem. O homem não falava português e tampouco o inglês, mas os policiais o encaminharam para que acompanhasse a vistoria por meio do raio-x. As imagens revelaram algo oculto nas estruturas da mala e, já na delegacia, os peritos federais extraíram mais de 3 kg de cocaína.

Com o auxílio de um intérprete, o suspeito informou aos policiais que trabalha como contador em seu país e que fora contratado pelo filho de uma pessoa importante para que transportasse a mala até Laos, pois conteria uma substância necessária para a execução de um procedimento químico e que, pelo transporte, ele receberia alguns milhares de dólares.

Em outra ação, policiais que analisavam as imagens do raio-x, no porão de bagagem, selecionaram malas suspeitas e localizaram seus proprietários, ambos brasileiros. Na mala do homem, de 30 anos, dentro de uma caixa de sapato, foram encontrados dois quilos de cocaína prensados na forma de dois tijolos e, em fundos falsos existentes nas duas malas de uma mulher, de 19 anos, havia 4 volumes com mais de quatro quilos da mesma droga.

Os presos serão conduzidos aos presídios estaduais onde permanecem à disposição da Justiça.

Fonte: G1

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