Cotação supera nível de US$ 1.600 por onça com mercados de olho na reação dos EUA após ataques do Irã.

O ouro superou o nível de US$ 1.600 pela primeira vez em quase sete anos nesta quarta-feira (8), depois do Irã ter conduzido ataques de retaliação contra bases dos EUA no Iraque, mas o metal parou os ganhos enquanto os investidores esperam a reação da Casa Branca.

Por volta das 8h30 (horário de Brasília), o ouro subia 0,7%, para US$ 1.585,30 por onça, tendo anteriormente chegado a subir 2,4%, batendo US$ 1.610,90 – nível mais alto desde março de 2013. Os futuros de ouro dos EUA subiram 0,5%, para US$ 1.582,90 por onça.

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“A retaliação não foi vista como agressiva como os mercados pensavam que seria e os investidores estão a tomar lucros por essa razão”, disse o analista do Saxo Bank, Ole Hansen.

“A forma como o ouro vai negociar a partir daqui está ligada ao que o presidente americano Donald Trump diz quando a América acordar”, acrescentou Hansen, dizendo que no final deste dia, ou veremos o ouro de volta aos níveis de US$ 1.600 ou desceremos para os US$ 1.550.

A televisão estatal iraniana disse que pelo menos 80 “terroristas americanos” foram mortos em ataques envolvendo 15 mísseis que Teerão lançou sobre alvos americanos no Iraque na manhã de quarta-feira.

Este movimento do Irão veio horas depois do funeral do comandante militar de Teerão, Qassem Soleimani, cuja morte num ataque com drone americano na semana passada intensificou os receios de uma guerra no Médio Oriente.

Mas, o presidente dos EUA, Trump, disse num tweet no final da terça-feira que “Tudo está bem!”, e que faria uma declaração na quarta-feira de manhã.

Fonte: G1 / Economia

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