Irfaan Ali — Foto: Luiz Paulo

As barreiras ao comércio, especialmente as não tarifárias, continuam a dificultar o aumento do comércio regional, mas com um impulso renovado à produção regional de alimentos, o presidente da Guiana, Irfaan Ali, espera que muitas dessas barreiras possam ser removidas antes do final deste ano.

As barreiras não tarifárias incluem cotas, embargos, sanções e tarifas que afetam algumas exportações para os mercados da Caricom. “Esperamos que, antes de entrarmos no último trimestre deste ano, muitas dessas barreiras estejam superadas e possamos avançar para a livre circulação de mercadorias”.

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Para resolver essas barreiras ao comércio com a Guiana, grupos de trabalho técnico foram estabelecidos em Barbados e Trinidad e Tobago (T&T). Para T&T, em particular, as empresas locais reclamaram da existência de regulamentos fitossanitários essencialmente implementados para proteger o setor agrícola de Trinidad da potencial introdução de doenças, pragas, toxinas ou outros contaminantes.

O presidente Ali observou que até agora foram feitos progressos significativos. Ele enfatizou que mais progressos são esperados quando um fórum de agroinvestimento for realizado em Trinidad em algum momento de agosto, semelhante ao realizado recentemente na Guiana.

O foco no comércio mais fácil ocorre à medida que a região continua lutando com enormes contas de importação de alimentos e aumento dos custos de alimentos e combustíveis em meio a dificuldades de abastecimento devido à pandemia de Covid-19 e à crise Ucrânia/Rússia.

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