Essa mulher despertou em uma funerária de Coronel Oviedo, no Paraguai, após ter sido declarada como morta pelo médico e proprietário da clínica particular Sanatório San Fernando.

Segundo o jornal La Nación, o caso foi levado às autoridades por Máximo Duarte Ferreira, 50, esposo da paciente, identificada como Gladys Rodríguez Duarte, 46 Gladys, que sofre de uma doença não especificada pela publicação, chegou à clínica do Dr. Heriberto Vera na manhã do último sábado (11).

Após algum tempo, o médico assinou o atestado de óbito da mulher e solicitou o traslado do corpo, ao chegarem no local, os funcionários da funerária notaram sinais vitais na “falecida”. No entanto, uma enfermeira informou que era apenas o efeito do oxigênio que ela havia recebido.

Mulher desperta em funerária após ser dada como morta por médico ...
Gladys Rodríguez Duarte, 46

Já nas instalações do local onde ocorreria o velório, os profissionais notaram que Gladys se movimentava dentro do saco mortuário. Ela estava viva e, após se recuperar do susto, foi encaminhada a um hospital os médicos do local conseguiram estabilizar o quadro da paciente e ela tem grande chances de se recuperar para continuar o tratamento da doença que enfrenta.

De acordo com o jornal ABC Color, a clínica do Dr. Vera está sob investigação das autoridades paraguaias.

Após ser dado como morto, o homem acima foi enterrado pela família. No entanto, dois meses depois, Aigali Supygaliev entrou novamente pela porta de casa deixando os parentes apavorados.

O caso sinistro aconteceu na cidade de Tomarly, no Cazaquistão. De acordo com o site de notícias Azh.kz, Aigali foi declarado após um corpo carbonizado vir à tona.

Um testes de DNA apontou com 99,2% de certeza que os restos mortais em questão pertenciam a ele.

Sendo assim, as autoridades emitiram uma certidão de óbito oficial e Aigali foi enterrado no cemitério muçulmano local em setembro.

“Organizamos um velório e toda a família se reuniu em uma tradicional cerimônia, onde amigos puderam compartilhar chá e simpatia com os enlutados”, lembra Esengali Supygaliev, irmão do ex-defunto.

“Quando Aigali atravessou a porta saudável e caloroso, dois meses depois de enterrado, minha filha, Saule, quase teve um ataque cardíaco”, acrescenta.

Mas, havia uma explicação para o sumiço do homem. Aigali havia aceitado uma proposta de trabalho num vilarejo próximo, no dia em que os restos mortais do corpo carbonizado foram encontrados. Ele partiu sem aviso prévio.

Ao terminar o serviço, voltou para casa e descobriu que estava “morto”. Nem a polícia e nem o departamento de justiça local se manifestaram sobre o caso.

Em depoimento ao Azh.kz, a cientista forense responsável pela análise de DNA disse que a probabilidade do corpo ser de Aigali era de 99,2%: “Mas você nunca deve esquecer dos 0,8%”, ressaltou.

A família, que arcou com todas as despesas funerárias, devolveu ao governo o valor de dois meses de pensão pago pela morte de Aigali. Eles também consideram entrar na justiça para que o erro seja reparado.

Fonte: R7

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