O Procurador-Geral (PG) do Suriname, Roy Baidjnath Panday, pediu a condenação em 12 anos de reclusão do ex-ministro de finanças, Gillmore Hoefdraad, que está foragido, além o pagamento de multa estipulada em SRD 500 mil e uma investigação criminal.

O sistema de inteligência da segurança pública do Suriname tenta localizar o suspeito, que foi enquadrado na prática de seis crimes, pelo Tribunal de Justiça do país na manhã desta quinta-feira, dia 4. A intimação do caso, apresentada durante a audiência, chegou a 16 páginas.

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Uma das provas que o PG trouxe contra Hoefdraad foi uma declaração do ex-vice-presidente, Ashwin Adhin. Segundo Adhin, o acusado não tinha permissão do então presidente Desi Bouterse e do Conselho de Ministros (RvM) para proceder à venda de bens imóveis.

A primeira parcela dos prédios do Estado foi vendida por aproximadamente SRD 377 milhões, em 28 de junho de 2019. Hoefdraad já havia recebido o dinheiro antes da aprovação pelo RvM. A advogada Irene Lalji do réu participou da audiência em Paramaribo.

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