Uma delegação guianense liderada por Alexandre de la Volbilier, vice-diretor-geral da Agência Regional de Saúde (ARS), viajou ao Oiapoque na semana passada para se reunir com o assessor diplomático do Ministério da Saúde brasileiro, funcionários da política de saúde do estado do Amapá, mas também o representante do Ponto Focal do Regulamento Sanitário Internacional (RSI) brasileiro, responsável pelo monitoramento e alertas de saúde para os países membros da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em conexão com o programa, foi desenvolvido um conjunto de monitoramento de saúde entre a Guiana e o Brasil, com o objetivo de facilitar o intercâmbio de dados e informações, bem como o monitoramento de doenças notificadas. Este tipo de doença enquadra-se no quadro da saúde pública devido à sua natureza potencialmente epidemiológica, e requer notificação sistemática às autoridades competentes. Também é relatado que operações de saúde coordenadas em ambos os lados da fronteira estão ocorrendo no leste da Guiana Francesa, às margens do rio Oiapoque.

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Assim, as delegações presentes se comprometeram a trabalhar para a implementação de um programa conjunto no prazo de seis meses, e já marcaram três reuniões para esse fim, em fevereiro, abril e maio. A primeira reunião deve ocorrer em 2022 em Caen.

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