A partir de sexta-feira, 6 de março, as empresas que fornecem pão e refeições para as casas de detenção do Suriname, deixarão de prestar este serviço, uma vez que estão há muito tempo sem receber do governo os pagamentos referentes a estes serviços.

No total, são dezesseis casas de detenção que acomodam mais de mil detentos. No pior dos casos, isso significa que pode ocorrer uma revolta nas prisões. “É uma coisa perigosa. Você tira a liberdade deles e, em seguida, eles ainda vão ficar sem comida.”

Agnes Daniel, chefe de polícia, já sabe que dois fornecedores vão interromper os seus serviços, mas ela não sabe se os outros fornecedores vão garantir a entrega neste fim de semana. “Nós vamos falar com as autoridades superiores para analisar a forma de resolver este problema.”

Segundo os fornecedores, eles já estão ha mais de seis meses ou quase um ano sem receber. Segundo os fornecedores, o problema está no Ministério das Finanças. O Ministério da Justiça e da Polícia já fez a sua parte e o ministro das Finanças Andy Rusland está consciente do problema: ” Disse o representante das empresas que fornecem alimentação para as prisões.

De acordo com Rusland, a ordem de pagamento já foi liberada, mas atualmente as cadeias de Nickerie, Commewijne e Groningen não estão recebendo alimento. No total, o governo têm uma dívida de mais de SRD 1,5 milhões aos fornecedores.

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