O Royal Bank of Canada (RBC) do Suriname deixará de atuar a partir de 1 de julho e funcionários na incerteza sobre o futuro, entraram em greve na segunda-feira, 1 de junho.

 As negociações sobre um novo acordo coletivo de trabalho (CAO) estão paralisadas, o que levou os funcionários ontem a uma greve. “Temos todos os escritórios da instituição completamente paralisados”, disse o presidente do sindicato, Willy Rodrigues, nesta terça-feira,2 de junho.

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“Não estamos preocupados com a venda da empresa para a Republic Bank Trinidad e Tobago, uma vez que é evidente que os cerca de duzentos empregados irão para o novo proprietário. Estes são acordos que nós queremos estabelecer antes que as coisas entre o RBC e o Banco da República de Trinidad e Tobago sejam concluídos.” Esclareceu o presidente do sindicato.

O sindicato espera que com a greve seja dada a devida atenção da administração para tratar sobre estas questões. “Além disso, temos também um convite que recebemos do Banco República de Trinidad para discutirmos mais sobre o “CAO”, mas, eu não acho que precisamos chegar a esse ponto “, disse Rodrigues.

Esta aquisição é a quarta nos últimos quinze anos. A República de Trinidad Banco pagou no início do ano cerca de 40 milhões de dólares americanos para o RBC do Suriname que tem seis filiais no valor total de meio bilhão de dólares norte-americanos. Os críticos vêem a partida do “RBC”, um dos maiores bancos do mundo, como um alerta para que o Suriname tome medidas mais severas contra a lavagem de dinheiro e tráfico de drogas.

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