Houve réplicas e polícia pede calma à população. Autoridades pediram para população deixar área costeira.

Um forte terremoto ocorreu nesta quarta-feira (16) ao norte de Santiago, perto de Coquimbo, no Chile.

Publicidade

Segundo o jornal ‘El Mercurio’, a magnitude preliminar do tremor é 8.3. Um alerta de tsunami foi emitido pelas autoridades para toda a região costeira.

Houve pelo menos duas réplicas. A polícia chilena alertou a população a manter a calma diante de novas possíveis réplicas.

As autoridades locais determinaram a evacuação das áreas litorâneas, enquanto imagens de televisão mostravam sirenes de alerta ativadas.

Não houve relato imediato sobre feridos, danos à infraestrutura ou interrupções em serviços básicos, segundo o Escritório Nacional de Emergência do Chile.

“Estamos em uma fase de coletar informação, as pessoas estão assustadas, mas esperamos que as coisas voltem à normalidade”, disse o ministro do Desenvolvimento Social, Marcos Barraza, a jornalistas.

O transporte público funcionava normalmente em Santiago, informaram veículos de imprensa locais, que também informaram sobre cortes de energia elétrica em algumas regiões da capital. Testemunhas da Reuters disseram que o movimento foi sentido inclusive na capital da Argentina.

De acordo com o Centro Nacional de Sismologia da Universidad de Chile, o sismo foi sentido às 19h54, com epicentro localizado 36 quilômetros ao oeste da cidade de Canela e a 11 quilômetros de profundidade. O epicentro do tremor fica no mar, a 243 km de Santiago e a pouco mais de 10 km da costa.

“Estava na parte externa do Shopping Arauco quando percebi que as portas de vidro do cinema estavam balançando bem forte, mas não ventava. Aí percebi que as pessoas começaram a sair. Aí comecei a sentir o chão tremer. Ficamos na parte descoberta, onde a boa parte das pessoas ficaram esperando o tremor passar”, relatou de Santiago a repórter Isabela Leite, do G1.

“Foram dois tremores. O que posso dizer é que estava no hotel e tudo começou a tremer muito. Os móveis no quarto começaram a se movimentar. Quando saí para a rua, estava tudo normal. Na segunda vez eu estava com um grupo de brasileiros na recepção do hotel. Foi mais forte, vimos carros andando sozinhos. Os turistas estavam com muito medo, mas os nativos estavam tranquilos”, disse a turista brasileira Thais Luiz, que está em Santiago.

Deixe seu comentário abaixo.

Fonte: G1

Comentar

Comentar