Romênia Brito foi morta no Suriname na última segunda-feira (23). Foto: reprodução

O desfecho do caso “Romênia Brito”, morta a facadas no Suriname na última segunda-feira, dia 23, parece longe de ter um final. Em Paramaribo, Francisco Saraiva, pai da vítima, tenta repatriar os filhos do casal que estão com uma vizinha desde o dia do crime. Nesta terça, ele deve seguir viagem para Lawa.

“O pai ligou de lá e temos poucas novidades. Amanhã (terça-feira, dia 1º) ele vai lá na vila pegar os meninos. O filho mais velho da minha irmã, uma criança de dez anos, terá que depor na polícia”, informou à reportagem do LPM News, Rauli Brito, irmão de Romênia, na tarde desta segunda-feira.

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Para conseguir trazer os netos para o Brasil, Seu Francisco terá que conseguir uma transferência de custódia junto ao Judiciário do Suriname ou no Brasil. Ambas as alternativas ainda não foram feitas pela família, segundo apurou o LPM News até a publicação desta matéria.

O traslado do corpo de Romênia para Buriti é outro dilema enfrentado por familiares. Segundo Rauli, o pai informou que o custo está estimado em US$ 12 mil, cerca de R$ 64 mil na cotação desta segunda-feira, dia 30. A família não sabe ainda como e se conseguirá entera-la no Tocantins.

“A questão do corpo, ele se informou lá que dá mais ou menos 12 mil dólares. Com o dólar custando mais de cinco reais… Não sabemos ainda como será feito”, adiantou o irmão da vítima. Quem quiser ajudar pode doar na conta direta da família de Romênia Brito, conforme dados disponíveis ao final desta matéria.

Entenda o caso

Dona de um restaurante em uma vila, localizada na divisa entre o Suriname e a Guiana Francesa, a tocantinense Romênia Brito, de 28 anos, morreu na última segunda-feira, dia 23. A brasileira é natural de Buriti, pequeno município de dez mil habitantes, distante 180 quilômetros de Marabá, no Pará, e 600 de Palmas, capital do Tocantins.

O marido da vítima é apontado como autor das facadas. Logo após o crime, ele foi levado pela polícia para Paramaribo. Em depoimento, na última quinta-feira, dia 26, o acusado afirmou que Romênia Brito teria cometido suicídio. A polícia ainda investiga o caso e o mantém preso.

Doações

Doações podem ser feitas na conta corrente da Caixa Econômica Federal 3258-0, agência 2812, op. 001, em nome de Quênia Brito Pinheiro. (CPF: 022.611.401-50).

Família tenta repatriar corpo de Romênia para enterrar no Brasil

 

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