Durante a sessão de julgamento realizada na última terça-feira no tribunal em Paramaribo, o filho adotivo do presidente Desi Bouterse, relatou para as autoridades sobre um suposto complô para assassiná-lo.

Romano Meriba, o filho adotivo do presidente Desi Bouterse, teve prisão decretada por ordem do Ministério Publico porque o magistrado entendeu que existiam indícios suficientes que apontam para o envolvimento de Meriba em um assalto ocorrido em Paramaribo no dia 9 de novembro, onde dois policiais ficaram feridos e dois assaltantes foram baleados e mortos em um tiroteio com a polícia.

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Meriba disse que foi agredido e se sente ameaçado por membros da polícia que teriam um plano para assassiná-lo.  O tribunal então decidiu investigar o caso para apurar as denuncias e garantir a segurança do réu.

Romario Meriba, de 32 anos de idade, juntamente com Ruben S (39), Errol S (41) e Anthony C (55) estão presos por envolvimento em um assalto onde um empresário foi atacado e perdeu uma grande soma de dinheiro para os assaltantes.  A vítima foi o irmão mais velho do empresário e conselheiro presidencial, Dilip Sardjoe.

Romano Meriba, é acusado de estar envolvido no planejamento do assalto e um dos veículos usados pelos assaltantes pertence ao acusado. O advogado, Raoul Lobo, que assiste Meriba, disse que seu cliente comunicou as ameaças a um policial na prisão, mas nenhuma resposta foi dada. No dia 26 de outubro haverá uma nova sessão no tribunal.

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