Familiares de garimpeiros enfrentam muitas dificuldades para sepultar parentes mortos na Guiana Francesa.

No domingo (17), familiares de um garimpeiro morto na Guiana Francesa, relataram que os corpos de brasileiros mortos pelas mais variadas formas demoram semanas para serem liberados.

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Cleyvison do Espírito Santo Mutrim (Foto: Reprodução)

Depois de várias tentativas, esta semana, as autoridades da Guiana Francesa finalmente liberaram o corpo do amapaense Cleyvison do Espírito Santo Mutrim, de 19 anos, que morreu afogado quando tentava entrar clandestinamente em território francês para trabalhar. O episódio foi apenas um entre vários que angustiam famílias brasileiras, em especial as que vivem na fronteira, na cidade de Oiapoque, município a 590 km de Macapá.

Na noite de 10 de fevereiro, Cleyvison, estava numa canoa a remo, junto com outros sete brasileiros, todos a caminho de um garimpo em Ouanary, área de floresta na Guiana. A cerca de 100 metros da praia, já do lado francês, um buraco se abriu e a canoa foi a pique. Os sete ocupantes conseguiram nadar até a margem, menos o amapaense.

A justiça da Guiana liberou o corpo só após o encerramento do inquérito, mas a família não tinha recursos para trazer o jovem de volta para ser sepultado em Oiapoque.

Fonte/Foto: Selesnafes

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